• Prefeituras cobram mais repasses e fazem dia de paralisação em MG
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Prefeituras cobram mais repasses e fazem dia de paralisação em MG

Em reunião realizada na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, os representantes de 43 microrregiões do estado decidiram fechar as portas das prefeituras no dia 24/08 (segunda-feira). Na maioria das prefeituras foram parcialmente interrompidos os serviços públicos, exceto os de educação, saúde, ação social e atendimentos emergenciais. Em Itabirinha,os funcionários se reuniram em frente a prefeitura e participaram de uma palestra explicando os motivos e objetivos da paralisação.

O movimento “Crise nos municípios: Prefeituras de Minas param por você”, apoiado pela Associação Mineira de Municípios (AMM), tem por finalidade pressionar os governos federal e estadual para o cumprimento das responsabilidades com os municípios. Além de Itabirinha, outras 599 prefeituras realizaram  paralisação geral dos serviços municipais.

“Nosso objetivo mostrar à sociedade os efeitos do arrocho financeiro vivido pelos municípios, que infelizmente não têm recebido o respaldo dos governos federal e estadual. a única saída encontrada pelas Administrações municipais é a paralisação. Temos que tomar essa atitude e mostrar para a população o que queremos e quais são as nossas maiores dificuldades”, explicou o Prefeito Dego Reis.

“Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS estão em queda e nós temos que nos virar em buscar os recursos que estão faltando para não prejudicar a população. Esses repasses governamentais são as maiores fontes de receitas da maioria dos municípios, quando não são a única fonte. Eles vem diminuindo cada vez mais e forçando os prefeitos a tomarem decisões drásticas, como paralisar obras, reduzir serviços, cortar despesas e até demitir funcionários”, completou o prefeito.

 

Em nota, a AMM ressaltou que a crise que o país enfrenta é essencialmente política e a mais grave vivenciada nos seus 35 anos de vida pública: “As prefeituras estão fazendo adequações no orçamento e muitas já demitiram um número considerável de servidores. Estamos cortando na carne. A associação está dando todo o apoio aos prefeitos que decidirem aderir o movimento”.

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